Universidade do Estado do Rio Grande do Norte Mossoró, 13 de Março de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: CAC - PROFSAUDE - MESTRADO PROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA (11.01.10.33)
Código: PSF1004
Nome: SISTEMA DE INFORMAÇÃO NO CUIDADO E NA GESTÃO
Carga Horária Teórica: 45 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 45 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações: 3
Ementa/Descrição: Ciclo de produção do conhecimento: dado, informação, conhecimento e saber. Análise crítica de indicadores e pactuação de metas. Utilização de indicadores para análise da situação de saúde. Principais sistemas de informação em saúde: cenário atual e perspectivas. Transição epidemiológica e demográfica. Gerenciamento da informação e tomada de decisões na Atenção Básica: importância e dificuldades da produção de dados em nível local. Segurança e confiabilidade da informação nos registros eletrônicos. E-SUS. Ferramentas de utilização de informação para a programação local. Instrumentos de divulgação da informação em nível Local.
Referências: 1ª Seman: Leitura básica: SOUZA, C.D.F.; TOMASI, E; JUSTINO, J. J. Do dado à tomada de decisão: uma construção conceitual para a gestão em saúde. Revista Portal: Saúde e Sociedade. 2024. Leituras complementares PINHEIRO, A.LS. et al. Gestão da saúde: o uso dos sistemas de informação e o compartilhamento de conhecimento para a tomada de decisão. Texto & Contexto - Enfermagem, v. 25, n. 3, e3440015, 2016. BARROS, R.D.; AQUINO, R.S, FERNANDES, L.E.P. Evolução da estrutura e resultados da Atenção Primária à Saúde no Brasil entre 2008 e 2019. Ciência & Saúde Coletiva. v. 27, n. 11, pp. 4289- 4301, 2022. 2ª Semana Leitura básica: FERREIRA, J.ES. M. et al. Sistemas de Informação em Saúde no apoio à gestão da Atenção Primária à Saúde: revisão integrativa. Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde, v. 14, n. 4, pp. 970-982, 2020. Leituras complementares MACHADO, M. F.; QUIRINO, T. R. L.; SOUZA, C. D. F. de. Vigilância em Saúde em tempos de pandemia: análise dos planos de contingência dos estados do Nordeste. Vigilância Sanitária em Debate, Rio de Janeiro, v. 8, n. 3, pp. 70-77, 2020. SALDANHA R.F BARCELLOS C, PEDROSO MM. Ciência de dados e big data: o que isso significa para estudos populacionais e da saúde? Cadernos de Saúde Coletiva, v. 29, pp. 51-58, 2021. 3ª Semana: Leitura básecas: OLIVEIRA, C.M.; CASA -NOVA, A.O. Vigilância da saúde no espaço de práticas da atenção básica. Ciência e saúde coletiva, v. 14, n.3, pp. 929-936, 2009. TEIXEIRA, M. G. et al. Vigilância em Saúde no SUS - construção, efeitos e perspectivas. Ciência e saúde coletiva, v. 23, n. 6, pp.1811- 1818, 2018. Mídia básica Vídeo: Vigilância em Saúde. Ligado em Saúde. Canal Saúde Oficial. 2017. Leituras complementares BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução MS/CNS no 588, de 12 de julho de 2018. Fica instituída a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), aprovada por meio desta resolução. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília (DF), 2018 ago 13; Seção 1:87. PRADO, N.M.B.L. et al. Ações de vigilância à saúde integradas à Atenção Primária à Saúde diante da pandemia da COVID-19: contribuições para o debate. Ciência e saúde coletiva, v. 26, n. 7, pp. 2843-2857, 2021. 4ª Semana: Leitura básica: RIPSA. Rede Intergerencial de Informações da Saúde. Indicadores básicos de saúde no Brasil, Brasília, OPAS, 2008. (Ver capítulo 1 - Indicadores de Saúde e a Ripsa e capítulo. 2 - Matriz de indicadores). Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (Org.) Pesquisa: “Uso integrado de base de dados na avaliação em saúde”: material didático (tutorial). Rio de Janeiro: EPSJV, 2008. (Capítulo 3- Fontes de dados). Mídia básica Vídeo: Utilização de dados na construção de indicadores de saúde para o diagnóstico situacional. Autor: Carlos Dornels Freire de Souza. Leituras complementares: VILLELA, D.A.M.; GOMES, M.F.C. O impacto da disponibilidade de dados e informação oportuna para a vigilância epidemiológica. Cadernos de Saúde Pública, v. 37, n. 7, e00115122, 2022. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Indicadores de saúde. Elementos conceituais e práticos. Washing- ton, D.C.:OPAS; 2018. 5ª Semana: Leituras básicas: BRASIL. Ministério da Saúde. Dados para Vigilância: perfis das bases de dados produzidas pela Vigilância em Saúde no Brasil. Brasília, 2023. 127 p.: il. COELHO, G.C.; CHIORO A. Afinal, quantos Sistemas de Informação em Saúde de base nacional existem no Brasil? Cadernos de Saúde Pública. v. 37, n. 7, 2021. Departamento de Informática do SUS - DATASUS. Tutorial Tabnet, 2020. Leitura complementar: CAVALCANTE, R.B. et al. Panorama de definição e implementação da Política Nacional de Informação e Informática em Saúde. Cadernos De Saúde Pública, v. 31, n.5, p. 960–970, 2015. 6ª Semana: Leituras básicas: VERAS, R.P.; OLIVEIRA, M. Envelhecimento populacional brasileiro: a construção de um modelo de cuidado. Ciência & saúde coletiva, v. 23, n. 6, pp. 1929-1936, 2018. MARTINS, T.C.F et al. Transição da morbimortalidade no Brasil: um desafio aos 30 anos de SUS. Ciência & Saúde Coletiva, v. 26, n. 10, pp. 4483-4496, 2021. Mídia básica Videoaula: Princípios da Visualização de dados. Autor: Carlos Dornels Freire de Souza. Leitura complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Boletim Epidemiológico: Saúde da População Negra. - Número Especial - v.2, out. 2023. 55p. KNAFLIC, C.N. Story teling com Dados. Um guia sobre visualização de dados para profissionais de negócio. Alta Books, Rio de Janeiro, 2019. 256p Mídias complementares: Site 1: DATASUS - Departamento de dados do SUS. TABNET. Site 2: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Cidades. Site 3: COORDENAÇÃO GERAL DE DISSEMINAÇÃO E ORIENTAÇÃO EM SAÚDE. Tutorial TA- BNET. Brasil: Ministério da Saúde, s/ano. 7ª Semana: Leitura básica: BRASIL. Portaria nº 221, de 17 de abril de 2008. Lista Brasileira de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária. Mídias básicas: Videoaula: Caderno de ações programáticas. Tutorial UNA-SUS/ UFPEL. Departamento de Medicina Social. Pelotas. YouTube, 2024.Site:UFPEL. Plataforma de Recursos Educacionais Kurt Kloetzel. Caderno de Ações Programáticas. Leitura complementar: SANTOS, F. M. et al. Internações por condições sensíveis à atenção primária (ICSAP): uma análise segundo características sociodemográficas, Brasil e regiões, 2010 a 2019. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 25, e220012, 2022. 8ª Semana: Leituras básicas:VASCONCELLOS, M. M.; GRIBEL, E. B.; MORAES, I. H. S. de. Registros em saúde: avaliação da qualidade do prontuário do paciente na atenção básica. Cadernos de Saúde Pública, v. 24, supl. 1, pp. s173-s182, 2008.PINTO, L.FS, LEDA, J. Prontuários eletrônicos na Atenção Primária: gestão de cadastros duplicados e contribuição para estudos epidemiológicos. Ciência & Saúde Coletiva [online]. v. 25, n. 4, pp. 1305-1312. mar. 2020 TOMASI, E.; CESAR, M. A.C. Ficha de Análise da Completude de Prontuários Médicos na Estratégia de Saúde da Família. UNASUS: ProfSaúde, 2016. Leituras complementares: LOPES, J.M.C. Registro de saúde orientado por problemas. In: GUSSO, G.; LOPES, J.M.C (Orgs.). Tratado de medicina de família e comunidade: princípios, formação e prática |. Porto Alegre: Artmed, 2012. PEREIRA, AT.S. et al. O uso do prontuário familiar como indicador de qualidade da atenção nas unidades básicas de saúde. Cad Saúde Pública, v. 24, suppl 1, pp. S123-S133, 2008. 9ª Semana: Não se aplica. 10ª Semana: Leitura básica: FREITAS, FM.; REZENDE FILHO, L.A. Modelos de comunicação e uso de impressos na educação em saúde: uma pesquisa bibliográfica. Interface — Comunicação, Saúde, Educação, v. 15, n. 36, p.243-255, 2011. Leituras complementares: BENDER, J.D. et al. O uso de Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde na Atenção Primária à Saúde no Brasil, de 2014 a 2018. Ciência & Saúde Coletiva [online]. v. 29, n. 1 e19882022, 2024. REZENDE VM; MARIN H.F. Educação em Informática em Saúde: competências para os profissionais da atenção primária à saúde. Journ of Health Infor- mat [Internet], v. 12, n. 4, 2020. 11ª Semana: Leitura básica: SANTOS CRUZ, JÁ. BERMEJO, L.J.; KIZZY CUNHA, A. Comunicação e mídia: uma questão social no serviço da saúde. Revista Temas em Educação e Saúde, v. 13, n. 1, Pp.124-46, 2017. Leitura complementar: TEODORO FARIAS, Q. L. et al. Implicações das tecnologias de informação e comunicação no processo de educação permanente em saúde. Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde v. 11, n.4, 2017. 12ª Semana: Leitura básica: SANTOS CRUZ, JÁ. BERMEJO, L.J.; KIZZY CUNHA, A. Comunicação e mídia: uma questão social no serviço da saúde. Revista Temas em Educação e Saúde, v. 13, n. 1, Pp.124-46, 2017. Leitura complementar: TEODORO FARIAS, Q. L. et al. Implicações das tecnologias de informação e comunicação no processo de educação permanente em saúde. Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde v. 11, n.4, 2017. Documento: Termo de autorização de imagem e voz modelo.pdf 13ª Semana: Leituras básicas: BRASIL. Portaria nº 3.418, de 31 de agosto de 2022. Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública. SOUSA, CM.S. et al. Incompletude do preenchimento das notificações compulsórias de violência - Brasil, 2011-2014. Cadernos Saúde Coletiva, v. 28, n. 4, PP. 477-487, 2020. Leitura complementar CORREIA, L.O.S; PADILHA, B.M; VASCONCELOS, S.M.L. Métodos para avaliar a completitude dos dados dos sistemas de informação em saúde do Brasil: uma revisão sistemática. Ciência e Saúde Coletiva, v. 19, n. 11, pp.4467- 78, 2014. 14ª Semana: Leituras básicas: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Departamento de Informática do SUS. Estratégia de Saúde Digital para o Brasil 2020-2028 [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Departamento de Informática do SUS. — Brasília : Ministério da Saúde, 2020. CAVALCANTE, R.B. et al. Panorama de definição e implementação da Política Nacional de Informação e Informática em Saúde. Cad Saúde Pública [Internet]. 2015mai;31(5):960-70. Mídia básica: Site: BRASIL e-SUS. Ministério da Saúde/ Secretaria de Atenção Primária à Saúde, 2020. Leitura complementar: THUM M.A.; BALDISSEROTTO, J.; CELES- TE, R.K. Utilização do e-SUS AB e fatores associados ao registro de procedimentos e consultas da atenção básica nos municípios brasileiros. Cadernos de Saúde Pública, vol. 35, n. 2, e00029418, 2019. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/ MS No 3.232, DE 1o DE MARÇO DE 2024. Mídia complementar: Site: BRASIL. Informatiza APS- Programa de Apoio à Informatização e Qualificação dos Dados da Atenção primária à Saúde, 2024. 15ª Semana: Leituras básicas: SETA, M.H.D.; OCKÉ-REIS, C.O.; RAMOS, A.L.P. Programa Previne Brasil: O ápice das ameaças à Atenção Primária à Saúde? Ciência e Saúde Coletiva [Internet], v. 26, p.3781-6, 2021. HARZHEIM, E. “Previne Brasil”: bases da reforma da Atenção Primária à Saúde. Ciência e saúde coletiva [Internet], v. 25, n. 4, p1189-96, 2020. MASSUDA, A. Mudanças no financiamento da Atenção Primária à Saúde no Sistema de Saúde Brasileiro: avanço ou retrocesso? Ciência e saúde coletiva [Internet], v. 25, n. 4, p.1181-8,2020. Leituras complementares: BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.979 GM/MS, de 12 de novembro de 2019. Institui o Programa Previne Brasil, que estabelece novo modelo de financiamento de custeio da APS Saúde no âmbito do SUS, por meio da alteração da Portaria de Consolidação no 6/GM/MS, de 28 de setembro de 2017. Diário Oficial da União, 2019. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS). Novo financiamento APS. Secretaria de Saúde. Brasília, 2024. (Documento Preliminar) 16ª Semana: Não se aplica.

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